segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

PÓS GRADUAÇÃO EM NUTRIÇÃO CLINICA FUNCIONAL - SALVADOR


Disciplina 1: FUNDAMENTOS DA NUTRIÇÃO CLÍNICA FUNCIONAL 1 – 140 horas

1.Aula inaugural e Fundamentos da Nutrição Funcional (10h)
2.Desequilíbrios Nutricionais: Minerais (exceto Ferro) (10h)
3.Desequilíbrios Nutricionais: Ferro e Vitaminas (20h)
4.Estresse Oxidativo (10h)
5.Alimentos Funcionais Antioxidantes (10h)
6.Sistema Endócrino (10h)
7.Imunologia (10h)
8.Disbiose (Rastreamento Metabólico e Quest. Fungos) (20h)
9.Destoxificação (20h)
10. Comportamento Alimentar (05h)
11. Alergias e Hipersensibilidades Alimentares (15h)

Disciplina 2: FUNDAMENTOS DA NUTRIÇÃO CLÍNICA FUNCIONAL 2 – 60 horas

1.Farmacologia (20h)
2.Exames Laboratoriais: Visão Funcional (20h)
3.Formulação Magistral (10h)
4.Prescrição (10h)

Disciplina 3: NUTRIÇÃO FUNCIONAL NOS DESEQUILÍBRIOS ORGÂNICOS – 120 horas

1.Carboidratos (Bioquímica, Metabolismo, Fisiopatologia: Diabetes e Hipoglicemia) (20h)
2.Lípides (Bioquímica, Metabolismo, Fisiopatologia: Dislipidemias, Cardiologia funcional) (20h)
3.Proteínas (Bioquímica, Metabolismo) e Expressão Gênica (20h)
4.Doenças Imunológicas (10h)
5.Distúrbios Mentais e Emocionais (10h)
6.Distúrbios Renais e Hepáticos (10h)
7.Nutrição Funcional e Fitoterapia (10h)
8.Obesidade e Cirurgia Bariátrica (20h)

Disciplina 4: NUTRIÇÃO FUNCIONAL E VITALIDADE POSITIVA – 60 horas

1.Nutrição Funcional nos Ciclos da Vida (20h)
2.Nutrição Funcional na Saúde da Mulher (20h)
3.Nutrição Funcional e Estética (20h)
4.Gastronomia Funcional (10h)

Disciplina 5: NUTRIÇÃO FUNCIONAL NA PRÁTICA CLÍNICA – 60 horas

1.Anamnese (+ Protocolo Clínica) (20h)
2.Clínica 1: Atendimento ambulatorial (20h)
3.Clínica 2: Atendimento ambulatorial (20h)

Disciplina 6: FORMAÇÃO E APRIMORAMENTO PROFISSIONAL – 40 horas

1.Metodologia Científica + TCC (com Plantão TCC on line) (10h)
2.Legislação (vídeo aula) (10h)
3.PROVA 1 - Presencial - para avaliar Disciplinas 1 e 2 + Legislação (05h)
3.Ética (vídeo aula) (10h)
4.PROVA 2 - Presencial - para avaliar Disciplinas 3 e 4 + Ética (05h)

IJORNADA DE NUTRIÇÃO ESPORTIVA FUNCIONAL -SALVADOR



terça-feira, 20 de dezembro de 2011

2ª Turma - Pós-graduação em Nutrição Ortomolecular com Extensão em Nutrigenômica

SOMENTE PARA NUTRICIONISTAS

DURAÇÃO: 20 meses

CARGA HORÁRIA: 360 horas

DIA E HORÁRIO: Todo o 1º Sábado do mês (das 9 às 17 horas)

Teórico - Prático - Demonstrativo

Investimento:

Matricula até o dia 15/1/2012 - 490,00

Mensalidade a partir de março - 520,00

A partir do dia 2/1/2012 publicaremos a conta para depósito da matrícula


COORDENAÇÃO:

Dra.Daniela de Almeida e Dra.Luciana Harfenist

Supervisão FAPES - Dr. Efraim Olszewer - Dr.Carlos Jaldin

Diploma emitido pela Faculdade de Ciências da Saúde de São Paulo

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

RECEITA FUNCIONAL - BOLO DE FARINHA DE COCO

Bolo de farinha de coco

Ingredientes:

- 4 ovos
- Gotas de baunilha
- ½ xícara (chá) de açúcar mascavo
- 1 colher (chá) de canela em pó
- 2 colheres (sopa) de óleo de coco
- ½ xícara (chá) de leite de coco
- ½ xícara (chá) de suco de abacaxi
- 1 xícara (chá) de farinha de coco
- 1 colher (chá) de fermento em pó
- Coco ralado para polvilhar




Modo de Preparo:

Bata as claras em neve e reserve. Em uma tigela, misture as gemas, as gotas de baunilha, o açúcar mascavo, a canela e o óleo de coco. Acrescente o leite de coco e o suco de abacaxi aos poucos. Em seguida, adicione a farinha de coco e mexa bem. Delicadamente, agregue as claras e o fermento. Asse em forno pré-aquecido a 180°. Polvilhe com coco ralado

Exames Laboratoriais na Visão Funcional - SALVADOR/ BA


Carga Horária: 10 horas

Sobre o Curso:
Proporcionar ao Nutricionista a correta compreensão dos resultados de exames laboratoriais e intrepretá-los à luz de conhecimentos de Bioquímica clínica, Fisiopatologia e Histologia.

Conteúdo Programático:
1.Exames: para que serve na avaliação nutricional e quando solicitar
2.Valores de referencia laboratoriais são sempre bons parâmetros na avaliação nutricional?
3.Interpretação do hemograma pela visão da Nutrição Funcional: leucograma, eritrograma e plaquetograma
4.Exames de Fezes e Urianalise
5.Avaliação Laboratorial na Saúde Cardiometabolica:
a.Lipidograma
b.Lp(a), apolipoproteínas
c.Marcadores de inflamação
d.Insulina, Glicemia, HOMA-IR, HOMA-BETA
e.Marcadores de Controle Glicêmico
f.Micronutrientes relacionados
6.Avaliação Laboratorial na Pratica: apresentação de caso clinico

Docente:
Dra. Renata Bagarolli
Nutricionista – PUC-CAMPINAS, Especialista em Nutrição Clínica Funcional – , Mestranda em Fisiopatologia Médica – UNICAMP, Docente dos cursos VP Consultoria Nutricional/ Divisão Ensino e Pesquisa.

Valor do Investimento:
Alunos, ex-alunos da Pós-Graduação VP (com certificado) e Associados da Revista: R$ 110,00
Estudante: R$ 130,00
Profissional: R$ 160,00

Endereço:
Fiesta Convention Center - Hotel Fiesta
Av. Antônio Carlos Magalhães, 711
Pituba

Representante VP:
Diva Rocha Lima
(71) 3235-9787 (71) 8128-7776
salvador@vponline.com.br

Convênios pagarão redução de estômago por videolaparoscopia

A obesidade é um problema que tem afetado milhões de pessoas no mundo e cuja incidência também aumenta no Brasil. Estudos são realizados em diferentes países para entender os mecanismos que levam ao excesso de peso, assim como existem pesquisas para medicamentos. Sabe-se que um programa de atividade física personalizada, reeducação alimentar e, se necessários, remédios ajudam. Porém, quando a obesidade atinge um grau severo, levando ao desenvolvimento de doenças metabólicas e outros problemas clínicos, porque o paciente não responde a nenhum dos métodos, o procedimento cirúrgico passar a ser o mais indicado.

Quando o caso requer este tipo de intervenção, para oferecer ao paciente maior conforto no pós-operatório, a técnica cirúrgica mais indicada na realização da cirurgia bariátrica é por Videolaparoscopia. "A operação de redução do estômago por meio de Videolaparoscopia é um procedimento feito com a ajuda de uma microcâmera, que torna o procedimento menos invasivo, uma vez que são feitas pequenas incisões no abdome. Com esta técnica, as complicações com a própria ferida cirúrgica são menores, o tempo de internação e de recuperação também é menor. A tendência mundial na área de cirurgia bariátrica é a de oferecer mais qualidade de vida ao paciente", relata Dr. Luiz Vicente Berti (CRM-SP 62294), cirurgião do aparelho digestivo e diretor do Centro de Cirurgia Obesidade e Metabólica e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) e da International Federation for Study of Obesity (IFSO).

No Brasil, a vídeolaparoscopia ainda não era uma técnica acessível a todos os pacientes que necessitassem desse tipo de procedimento - mas a situação deverá mudar já em janeiro de 2012, pois os convênios de saúde deverão incluir essa cirurgia no rol de procedimentos e eventos em saúde, de acordo com decisão da Agência Nacional de Saúde e do Conselho Federal de Medicina. "A Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) criou uma campanha com o tema "Obesidade sem marcas" e consideramos o impacto dessa ação muito positivo, pois contribuímos para o debate e a mudança das regras", comemora Dr. Berti. "A Videolaparoscopia é um método menos invasivo que representa uma economia aos planos a médio prazo, devido à redução dos dias de internação e da menor incidência de complicações. Devemos valorizar o bem-estar do paciente", completa o médico.

A cirurgia

Minimamente invasiva e aplicável em todas as técnicas cirúrgicas, a Videolaparoscopia representa uma importante evolução tecnológica da medicina. Nela, são feitas de quatro a sete mini-incisões de 0,5 a 1,2 centímetros cada uma, por onde passam as cânulas e a câmera de vídeo. "Das quase 60 mil cirurgias bariátricas realizadas em 2010 no Brasil, 35% foram feitas via Videolaparoscopia. A taxa de mortalidade média é de apenas 0,23% - abaixo do índice de 1% estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) -, contra 0,8% a 1% da cirurgia aberta (laparotomia)" revela Dr. Luiz Vicente Berti.

A Videolaparoscopia, por ser uma cirurgia minimamente invasiva, oferece inúmeros benefícios sobre a cirurgia convencional. Para os especialistas, as vantagens oferecidas pela técnica são várias. Dentre eles destacam-se: .Menor dor no pós-operatório |.Menor tempo de internaçã |.Melhor resultado estético, com cicatrizes menores|.Retorno mais rápido às atividades rotineiras|.Menor índice de infecção.

De acordo com o Dr. Luiz Vicente Berti, a cirurgia bariátrica por Videolaparoscopia dura, em média, entre 40 minutos e 1 hora e 30 minutos. E nela é realizado de quatro a sete pequenas incisões de 0,5 a 1,2 centímetros. Já no pós-operatório, os benefícios são ainda maiores, pois ocorre uma dor mínima por um dia ou ela é quase inexistente (característica mensurada pela quantidade de analgésicos consumidos pelo paciente), alta hospitalar precoce e retorno mais rápido às atividades laborais, por volta de 7 a 10 dias, enquanto que na cirurgia aberta, o paciente fica, no mínimo, três dias internado e leva de 30 a 50 dias para voltar à rotina normal.

Outro ponto observado é que a Videolaparoscopia ainda apresenta menor risco de infecções, além de resultar em pequenas cicatrizes.
Na avaliação do Dr. Luiz Vicente Berti não existem contraindicações extremas para a não-realização de cirurgias videolaparoscópicas.

"Em alguns casos, encontramos contraindicações relacionadas ao paciente ou ao seu estado de saúde, como pacientes com doenças cardíacas ou pulmonares graves e cirurgias abdominais prévias extensas. Mas, a maior parte dos pacientes são elegíveis a esse tipo de procedimento menos invasivo. Quanto ao custo o que deve ser avaliado é o benefício que a técnica oferece, uma vez que o paciente recebe alta hospitalar em menos de 36 horas", finaliza.

Fonte : Revista Fator

domingo, 11 de dezembro de 2011

CURSO APROMORAMENTOS NOS PROCESSOS DA UPR/ UAN - NATAL /RN

Aprimoramento nos Processos da UPR / UAN - uma visão globalPROGRAMAÇÃO:

Natal / RN

Aula I
SEGMENTOS: característica do serviço, público alvo e atuação do nutricionista. EDUCAÇÃO: creche e pré-escola, escola e universidade; COMERCIO: delicatesses, fast food, cafeteria, loja de conveniência, açougue e boutiques de carnes, rotisserias, churrascaria, restaurante comercial; congelados; self service; refeição a peso; pré preparados; nutrientes alterados; EMPRESAS: hotelaria, hospitais – multisserviços, asilos, refeições a bordo de aviões - catering, mineradoras, canteiros de obras; EMPRESA PÚBLICA: orfanatos, prisões, plataforma de petróleo, cozinha comunitária, banco de alimentos; OUTROS: restaurante popular.


Gestão de QUALIDADE - LEGISLAÇÃO, PROCEDIMENTOS E NORMAS TÉCNICAS - Leis, decretos e portarias; PAT; Organização e métodos; Análise das condições ambientais, físicas e organizacionais; Aplicação prática do Sistema APPCC; Programa 5 S; DTAs; POP´s - características dos quatro POP com base na RDC 216 e roteiro de montagem; Manual de Boas Práticas: elaboração, objetividade na aplicação, padronização e monitorização; ISO 14000 e 22000; Controle higiênico-sanitário; Conservação e controle de qualidade de alimentos; Reajuste das rotinas; Higiene pessoal, de ambiente, veículos de transporte de alimentos, equipamentos e utensílios; Check list; Capacitação de manipuladores de alimentos; Segurança do trabalho.



Aula II
Gestão de PRODUÇÃO - Planejamento e avaliação de cardápio; Cálculos de valor nutritivo, rendimento e custo das refeições; Avaliação técnica das preparações culinárias. Compras: seleção de fornecedores; Planejamento, aquisição, recebimento, estoque e armazenamento de gêneros; Inventário e atualização de estoque. Pré-preparo: equipamentos disponíveis; Adaptação ao numero de comensais; logística de produção. Preparo e transporte: fluxo adequado. Distribuição: temperatura, fluxo, apresentação, reposição; Porcionamento. Sobras e restos: controle periódico do resto-ingestão; Aproveitamento Integral dos Alimentos; Controle de sobra limpa; Controle de resto; Reciclagem de resíduos alimentares. Gestão de MATERIAIS - Utensílios, máquinas e equipamentos existentes no mercado; novas tecnologias; Inventário periódico; Sustentabilidade alimentar nos processos de produção; Ações para um desenvolvimento sustentável baseado no desempenho econômico, social e responsabilidade ambiental.


Aula III
GASTRONOMIA APLICADA - Sensações: olfativas, táteis, térmicas, auditivas; Cardápio: apresentação, percapta, planejamento; Diferencial; Técnicas de pré-preparo e preparo; Noções de molhos e bases para preparações; Cortes e preparo de vegetais, carnes, legumes, frutas; Cereais; Bebidas; Técnicas Gastronômicas: teoria e prática; Demonstração de recursos dietéticos para aplicação em diferentes situações e dietas; Planejamento de eventos; Cozinha Brasileira e internacional; Cozinha show; Aplicação do Confort Food. Gestão de RH - Recrutamento e seleção de recursos humanos; Identificação das competências; Supervisão, coordenação e controle de atividades desenvolvidas. Relações trabalhistas: faltas, escala de férias, demissões; Administração de pessoal: desenvolvimento de treinamento de pessoal; Avaliação do desempenho; Motivação; Liderança; Modelos de Gestão de Pessoas; Ergonomia, saúde e segurança no trabalho.



Aula IV
Gestão FINANCEIRA - Planilhas de controle; Custo de produção: matéria prima, salários, outras despesas, administração e lucro; custos indiretos - rateio; Preço de venda; Evasão de faturamento; Análise de custos como ferramenta de gestão; Análise gerencial; Alternativas para redução de custos. Gestão OPERACIONAL e LOGÍSTICA - Planejamento e coordenação de uma UAN de acordo com as atribuições estabelecidas para a área de alimentação; Estrutura organizacional e funcionamento; Desenvolvimento de manuais técnicos, rotinas de trabalho e receituários; Informatização do serviço – alternativa de mercado; Planejamento físico-funcional e inovações tecnológicas. MARKETING - Atitude Empreendedora; Erros freqüentes cometidos no atendimento; Métodos de avaliação da satisfação da clientela; Inovações e novos serviços.



Aula V
ATENDIMENTO CLÍNICO APLICADO - Dietoterapia aplicada à produção; Avaliação nutricional; Diagnóstico e prescrição nutricional; Definição do nível de assistência nutricional / conduta nutricional; Acompanhamento da evolução nutricional; Coordenação e padronização de dietas com fins especiais; Estruturação do atendimento clínico; Materiais e equipamentos necessários; Espaço físico; Métodos de atendimento. PRODUÇÃO FUNCIONAL - Alimentos funcionais: conceito e legislação; Classificação; Mecanismo de ação, biodisponibilidade, fontes alimentares, benefícios à saúde e recomendação de ingestão dos compostos bioativos; Efeitos da técnica dietética nos compostos bioativos; Preparações culinárias funcionais; Orientação nutricional; Incentivo ao consumo de alimentos funcionais; Prevenção e controle de doenças através dos alimentos. EDUCAÇÃO NUTRICIONAL - Técnicas de atendimento aos clientes; Programas de educação alimentar; Promoção de hábitos alimentares saudáveis; Informações nutricionais – onde e como veicular; Treinamento da equipe; Educação nutricional direcionada – sugestões práticas.